Quando nem Freud explica tente a poesia

“ano novo anos buscando um ânimo novo”

Paulo Leminski

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 134

“Ser mãe é andar chorando num sorriso! Ser mãe é padecer num paraíso!”

Coelho Neto

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 77

“velhos amigos depois da despedida continuam andando juntos.”

Alice Ruiz

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 76

“[…] Educar você é eu dizer o que acho. É ser de verdade e fazer você saber. Que eu não sou herói de nada.”

Elisa Lucinda

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 34

“Tem um cara dentro de mim que faz tudo ao contrário. […] sou esperto, ele é otário.”

Ulisses Tavares

Quando nem Freud explica, tente a poesia - p 32

“Só na velhice a mesa fica repleta de ausências. Envelheci, tenho muita infância pela frente.”

Fabrício Carpinejar

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 30

“[…] a maioria de nós não tem a força necessária para viver sem as garantias que advém das nossas crenças.”

Flávio Gikovate

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 11

“Não se deve tentar erradicar os complexos da pessoa, mas sim entrar em acordo com eles.”

Sigmund Freud

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 13

“Eu não quero quem me quer, e quem eu quero não me ama.”

Patativa do Assaré

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 27

“Quero uma vida. Não precisa ser certa.”

Carla Bonfim

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 22

“Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem.”

Ferreira Gullar

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 20

“O teu olhar mais que me ver me abraça.”

Renata Pallottini

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 19

“Eu moro dentro de mim mesmo.”

Mário Quintana

Quando nem Freud explica, tente a poesia - por Ulisses Tavares, p 13

“Os poetas tratam, de forma livre e extravagante, de todas as questões relativas à nossa existência.”

Flávio Gikovate

Quando nem Freud explica, tente a poesia! - por Ulisses Tavares, p 9

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